21 setembro, 2011
Caio diz:
"Tá me esperando na janela.."
Seu jeito de olhar, eu me lembro bem
Fico querendo sentir o seu cheiro
É daquele jeito que ela tem
O tempo todo eu fico feito tonto
Sempre procurando, mas ela não vem
E esse aperto no fundo do peito
Desses que o sujeito não pode aguentar, ah
E esse aperto aumenta meu desejo
Eu não vejo a hora de poder lhe falar"
16 setembro, 2011
Amar é Punk
Meus sentimentos precisam de férias das palavras (pelo menos por um dia).
Por isso, deixo hoje com a lindíssima (canceriana) Fernanda Mello.
13 setembro, 2011
Me acompanha?
08 setembro, 2011
Os olhos não mentem
30 agosto, 2011
Um café com teu cheiro
Ainda lembro aquele seu primeiro toque, inocente e perturbador. Eu, viciada em café, andava segurando uma xícara, quando, ao sentir seu perfume e suas mãos no meu ombro, ele todo caiu na mesa, marcando não só a toalha, mas minha vida.
Fingi que era distração e não emoção. Você perguntava onde ficava a sala de História, e eu tive vontade de perguntar se você falava da nossa.
Voltei à realidade e te expliquei que era só ir pelo corredor de fora, até o final. E você foi. Nunca mais te vi, mas te procuro por todos os cantos, em cima, em baixo, dos lados. Um dia te acho, nem que seja só para relembrar teu perfume.
24 agosto, 2011
A colcha mais bonita que vi(vi)
Depois de tanto tempo, resolvi abrir a gaveta. Aquela onde eu guardava nossas coisas. Tudo meu, tudo teu, tudo nosso. Não sei o que pensei quando resolvi guardar tudo ali, como se fosse esconder de mim a falta de não te sentir durante todos os dias, especialmente os ímpares.
Sem que eu pudesse perceber, me senti como se me segurasse pelas mãos, só por estar lendo aquela carta escrita em um dos nossos aniversários de namoro.
Ainda busco as respostas por não te ter aqui. Sou toda saudade e nossa história é como colchas feitas por avós – cheia de retalhos, coloridos e aleatórios –: a mais bonita. E única.




